O Conto dos óculos

 

O conto dos óculos

 

Todas as coisas deste mundo aparentam aparecer de uma maneira e, no fundo, são de outra.

No cinema, parece que as imagens se movem, entretanto, ocorre apenas que a pessoa continua vendo o que já passou enquanto está passando outra coisa.

As vezes, isso acontece também fora do cinema.

O importante seria, que se não existisse essa chamada “persistência da imagem na retina”, ou seja, que se a pessoa tivesse uma boa visão, a invenção do cinematógrafo teria sido impossível.

Também o popular “tilintar” das estrelas, que deveria ser “cintilar”, decorre de um defeito da visão da pessoa.

Se a pessoa enxergasse bem, o mundo seria de outra maneira.

Ou se daria conta que enxerga mal.

Comentarios

Entradas más populares de este blog

Vuelve...

A Figueira

Escribo para desahogarme